Vale das Lendas e Almas
Terra de valores ancestrais,
as pedras que contam histórias do tempo e do lugar,
o vento ancião movendo-se em pés de lã
agita as hortas da vida,
hortas cultivadas por mãos calejadas
de quem já viveu o suficiente para contar histórias.
Vale de sombras intemporais,
trilhos de pedra fria amontoam-se,
pedra a pedra..
sente-se o peso e a vida perdida de tempos antigos,
ouve-se os múrmurios das vozes passadas,
ainda ecoam em cada pedra como se lá ficassem para sempre presas,
memórias do tempo
que a pedra guarda com todo o carinho e respeito.
Vale de Histórias..
Entre sopros de memória,
acorda-me algo, traz-me de volta do meu mar de pensamentos...
este silêncio gritante é quebrado por contadores de mil e uma histórias
contadas em voz rouca e antiga profunda de experiência,
a voz que até o vento ouve atentamente,
atrevo-me a observar tal figura
que me leva para tão longe no tempo sem sair do meu lugar,
a cara trilhada pelo tempo,
o corpo queimado do sol e do trabalho,
a pele massacrada pela vida desponta as linhas da memória.
Ali entre a chuva a cair e a lareira a arder contam-se histórias e lendas,
de caminhos e afins, da noite e do dia
da vida e do silêncio são estas histórias que um dia serão gravadas em pedra.. dizem-nos.
Historias de si e de outros,
passadas neste vale de sombras onde cada pedra é uma história e uma alma.
as pedras que contam histórias do tempo e do lugar,
o vento ancião movendo-se em pés de lã
agita as hortas da vida,
hortas cultivadas por mãos calejadas
de quem já viveu o suficiente para contar histórias.
Vale de sombras intemporais,
trilhos de pedra fria amontoam-se,
pedra a pedra..
sente-se o peso e a vida perdida de tempos antigos,
ouve-se os múrmurios das vozes passadas,
ainda ecoam em cada pedra como se lá ficassem para sempre presas,
memórias do tempo
que a pedra guarda com todo o carinho e respeito.
Vale de Histórias..
Entre sopros de memória,
acorda-me algo, traz-me de volta do meu mar de pensamentos...
este silêncio gritante é quebrado por contadores de mil e uma histórias
contadas em voz rouca e antiga profunda de experiência,
a voz que até o vento ouve atentamente,
atrevo-me a observar tal figura
que me leva para tão longe no tempo sem sair do meu lugar,
a cara trilhada pelo tempo,
o corpo queimado do sol e do trabalho,
a pele massacrada pela vida desponta as linhas da memória.
Ali entre a chuva a cair e a lareira a arder contam-se histórias e lendas,
de caminhos e afins, da noite e do dia
da vida e do silêncio são estas histórias que um dia serão gravadas em pedra.. dizem-nos.
Historias de si e de outros,
passadas neste vale de sombras onde cada pedra é uma história e uma alma.



2 Comments:
Muito bom... e conhecendo o sitio e a pessoa a kem tu te referes acho melhor ainda! A todas as outras qualidades k te reconheço juntam-se mais duas: sensibilidade e talento! ADORO-TE WINDU!
aaaaah tanto tempo à espera valeu a pena =)
sim snhora o menino anda a escrever umas coisinhas com jeito ^^ gostei, para nao variar*
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